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Treinamento em Automação de Testes

Treinamento em Automação de Testes

No último sábado, dia 25 de agosto, os nossos Analistas de Teste se reuniram na sede da Empresa para um Treinamento em Automação de Testes. O objetivo do encontro foi nivelar o conhecimento da equipe em testes automatizados, por meio de uma abordagem teórica e prática.

Os benefícios da automação

Carisa Rubim foi a primeira a falar, lembrando os colegas que a automação de testes é um investimento de médio a longo prazo. “Seu custo, inicialmente, pode parecer alto – visto que é preciso dedicação para atingir a maturidade desejada. Porém, ao longo da realização do projeto, esse custo acaba minimizado devido aos resultados positivos que são alcançados”, afirmou.

Além disso, Carisa salientou que é imprescindível que o time esteja alinhado para que a automação funcione corretamente. “Na base do software, os testes unitários são responsabilidade dos desenvolvedores; já na parte de integração e APIs, desenvolvedores trabalham em conjunto com testers; e, na interface, os analistas de testes realizam testes automatizados e manuais; cobrindo assim todo sistema”, explicou. A analista aproveitou para destacar que “a automação não torna os testes manuais desnecessários, mas sim contribui para que o tester tenha mais tempo para a investigação de novos cenários que não foram abordados pela automação”, completou.

Para o futuro, Carisa comentou que se espera que a inteligência artificial torne os testes automatizados ainda mais estratégicos, capazes de identificar padrões de código e áreas comuns de erro. “Isso melhoraria ainda mais o nosso trabalho e, por consequência, a qualidade dos produtos digitais”, finalizou.

Testes BDD e TDD

Em seguida, Fabio Cardoso falou sobre sua experiência com testes automatizados. O analista de teste explicou que o Behavior Driven Development (BDD) é focado no comportamento do software, servindo para criar os testes e integrá-los com as regras de negócios e com as linguagens de programação. “O BDD viabiliza uma documentação viva, de linguagem natural e fácil compreensão. Por isso, ele facilita a comunicação entre a equipe e o cliente, sendo útil para testes de softwares que são construídos em iterações e que estão sofrendo alterações ao longo do seu ciclo de vida”, afirmou.

O Test Driven Development (TDD), por sua vez, é mais sucinto e se baseia em um ciclo curto de repetições. “Nele, o desenvolvedor escreve um teste, executa-o e, se falhar, ele escreve somente o código suficiente para que o teste passe, refatorando e limpando o código”, comentou Fábio. “Por mais que alguns autores declarem que o BDD veio para substituir o TDD, são viáveis três cenários: é possível fazer um teste unitário sem TDD e BDD, TDD sem BDD, e BDD sem TDD. Entretanto, não é possível realizar um TDD ou BDD sem teste unitário”, finalizou.

Mãos à obra

No final do Treinamento, Raphael Rodrigues reuniu a equipe para um momento prático. Os analistas realizaram a automação com o software Selenium, em linguagem Java usando o JUnitframework open-source. Todos puderam solucionar suas dúvidas e comprovar o rápido feedback dos testes automatizados.

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Micaela L. Rossetti
Micaela L. Rossetti

Coordenadora de Marketing da SoftDesign, é formada em Jornalismo (UCS) e mestre em Comunicação Social (PUCRS). Especialista em comunicação e marketing digital, é aluna do MBA em Gestão de Projetos da PUCRS.

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