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Voice User Interfaces no SoftDrops

Voice User Interfaces no SoftDrops

No SoftDrops do dia 3 de outubro, Daniel Olsson falou sobre Voice User Interfaces, dando destaque para a Alexa, da Amazon. O Product Owner é um entusiasta da evolução tecnológica e trouxe sua assistente de voz para mostrar aos colegas qual seu funcionamento e como a ferramenta pode ser útil no dia a dia.

Evolução das interfaces

Olsson deu início a sua fala resumindo o desenvolvimento das interfaces tecnológicas ao longo do tempo. Uma interface é um conjunto de meios dispostos (físicos ou lógicos) que tem como objetivo realizar adaptação/comunicação entre duas partes distintas que não podem se conectar diretamente.

“Quando os computadores começaram a se tornar populares, na década de 1970, a primeira interface de comunicação foi a de texto. Seguiram-se interfaces gráficas, com a chegada do Mac e do mouse; e, em seguida, o surgimento da web impulsionou outras formas de interação. No ano 2000, apareceram os smartphones, obrigando as interfaces a se adaptarem aos dispositivos mobile e, agora, é o momento da voz e da conversação”, explicou o Product Owner.

O que são as VUI?

Voice User Interfaces são, então, interfaces ativadas por voz e conversação, compostas por três módulos: o primeiro efetiva o entendimento da linguagem natural (NLU); o segundo reconhece a conversa, o discurso (ASR); e o terceiro transforma textos em conversação (TTS). Olsson destacou que entre as assistentes de voz mais conhecidas atualmente estão a Siri, da Apple; o Google Now, da Google; a Cortana, da Microsoft; a Bixby, da Samsung; e a Alexa, da Amazon.

Segundo o Product Owner, todas elas funcionam da mesma forma: “O usuário se comunica por meio de uma entrada de voz, o discurso viaja para uma nuvem onde acontece a interpretação e a resposta retorna para o dispositivo. Ou seja, a inteligência dessas assistentes está na nuvem, por isso elas precisam estar sempre conectadas à internet”.

Alexa, da Amazon

Ao final do SoftDrops, Olsson conversou com a Alexa, solicitando a ela que acendesse e desligasse uma luz (que estava conectada por meio da internet), fizesse uma lista de compras para o supermercado e citasse pensamentos de Charles Chaplin. O Product Owner salientou que essas ações são comandos padrão do dispositivo e que, além deles, é possível personalizar aplicativos por meio do Alexa Skills Kit (ASK).

“Esse conjunto de APIs, ferramentas, documentação e exemplos de código auxiliam e incentivam desenvolvedores a criarem novos aplicativos, que eles chamam de skills, para serem usados na Alexa. E, se você não é um desenvolvedor e não tem conhecimento de programação, a Amazon fornece também o Alexa Skills Blue Prints, site que permite a criação de interações simples e que podem ser adicionadas à assistente de voz por qualquer pessoa”, esclareceu Olsson.

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Micaela L. Rossetti
Micaela L. Rossetti

Coordenadora de Marketing da SoftDesign, é formada em Jornalismo (UCS) e mestre em Comunicação Social (PUCRS). Especialista em comunicação e marketing digital, é aluna do MBA em Gestão de Projetos da PUCRS.

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