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O que é QA: o papel estratégico do Quality Assurance no time de produto

14/06/2022 29/07/2026 17 minutos

QA (Quality Assurance) é o processo responsável por garantir a qualidade de um produto de software, por meio de testes, validações e melhoria contínua no ciclo de desenvolvimento.

Em times ágeis, sua função vai além de identificar bugs: envolve testes funcionais e não funcionais, automação, revisão de requisitos e, cada vez mais, a validação de sistemas apoiados em Inteligência Artificial.

Profissionais de QA garantem que aplicativos, sistemas e plataformas atendam às expectativas dos usuários e aos padrões de qualidade do negócio, colaborando diretamente com desenvolvimento e produto.

Para um gestor de tecnologia, entender QA não é só saber o que a área faz no dia a dia. É entender por que ela se tornou um fator de risco e de velocidade para qualquer empresa que decidiu acelerar entregas com apoio de IA.

Neste artigo, você vai entender o que é QA, quais são suas principais funções, a diferença entre QA e QC, testes manuais e automatizados, o custo real de não ter QA, e como decidir entre montar um time interno ou contar com QA terceirizado.

O que é QA?


QA (Quality Assurance) é o conjunto de práticas, processos e métodos utilizados para garantir a qualidade de um produto digital ao longo de todo o seu ciclo de desenvolvimento (SDLC).

Diferente de uma atuação apenas corretiva, o QA trabalha de forma preventiva, ajudando os times a evitar falhas, reduzir riscos e entregar software com mais confiabilidade e valor para o usuário.

Profissionais de QA analisam todo o ciclo de desenvolvimento de um produto digital. Sua função envolve assegurar o correto funcionamento dos sistemas, revisar os requisitos do software e identificar possíveis falhas, colaborando diretamente com o time de desenvolvimento.

Essa visão sobre QA também muda conforme o modelo de desenvolvimento adotado pelas organizações.

De acordo com Raphael Rodrigues, Head of Portfolio da SoftDesign, no modelo tradicional de fábrica de software, o foco é a utilização de ferramentas de QA para encontrar defeitos e relatar ao cliente.

Já nas metodologias ágeis, o objetivo é construir um produto e adquirir conhecimento, pensando e validando hipóteses ao longo do processo:

“Por isso, é crucial compreender o que é valor para o cliente e o usuário. Às vezes, o que parece ser um problema pode se revelar uma oportunidade. Lembre-se de que não existe um produto perfeito, pois estamos lidando com algo em constante evolução. Portanto, avaliação crítica é fundamental”, reflete Raphael.

Quanto custa não ter QA?

Essa é a pergunta que raramente aparece em conteúdos sobre o tema, e é a que mais interessa a quem aprova orçamento. A resposta curta: corrigir um defeito depois que o software está em produção custa, na prática, muito mais caro do que corrigi-lo ainda em desenvolvimento.

Cada etapa que um defeito atravessa sem ser identificado (código, homologação, produção, uso real do cliente) multiplica o esforço de correção, porque envolve diagnóstico, retrabalho, comunicação entre times e, muitas vezes, resposta a um cliente já impactado.

Esse custo aparece de três formas concretas para um gestor de tecnologia:

  1. Custo direto de retrabalho: horas de desenvolvimento refeitas, testes repetidos, deploys extras.
  2. Custo de oportunidade: enquanto o time corrige um problema em produção, não está entregando o próximo item do roadmap.
  3. Custo de confiança: falhas recorrentes em produção desgastam a percepção do cliente sobre o produto, algo mais difícil de reverter do que qualquer bug isolado.

Por que QA importa no desenvolvimento de produtos?

A atuação do QA no desenvolvimento de produtos é essencial para garantir qualidade desde as primeiras etapas do processo.

Ao participar ainda na fase de planejamento, o QA contribui para a definição das melhores estratégias de teste, ajuda a antecipar riscos e sugere melhorias que impactam diretamente a performance, a usabilidade e a confiabilidade da aplicação.

Essa participação antecipada permite que o profissional de QA utilize seu pensamento crítico e atenção aos detalhes para identificar cenários de uso, possíveis falhas e inconsistências antes que elas cheguem às fases finais de desenvolvimento.

Com isso, o time reduz retrabalho, acelera entregas e aumenta a previsibilidade do produto.

Para Denise Viegas, Team Manager da SoftDesign, a colaboração entre QA, Desenvolvedores e Designers é um fator decisivo para a qualidade do produto:

“A parceria entre o Programador e QA é essencial, especialmente durante o ciclo de delivery. Essa colaboração é decisiva na entrega de qualidade do produto, pois é nela que todas as ideias e definições são concretizadas.”

O que um profissional de QA faz?


O profissional de QA é responsável por uma série de atividades essenciais para assegurar a qualidade de um produto digital ao longo de todo o seu ciclo de desenvolvimento.

Além de executar testes funcionais e não funcionais, esse papel envolve a definição de estratégias de qualidade, a criação de planos de teste, a avaliação contínua dos resultados e, cada vez mais, o uso de automação e Inteligência Artificial para tornar os processos mais eficientes e preditivos.

Nesse sentido, confira as principais responsabilidades de um profissional de QA:

  • Análise do ciclo de desenvolvimento, investigando todas as etapas do desenvolvimento do produto para identificar riscos, dependências e oportunidades de melhoria desde o início.
  • Garantia de funcionamento, assegurando que sistemas e aplicações funcionem corretamente em diferentes cenários, dispositivos e ambientes.
  • Revisão de pré-requisitos, verificando se os requisitos do software estão claros, testáveis e sendo atendidos, inclusive com apoio de ferramentas que utilizam IA para detectar inconsistências.
  • Relato de falhas, identificando, documentando e comunicando problemas ao time de desenvolvimento de forma estruturada e colaborativa.
  • Testes de software (funcionais e não funcionais), aplicando diferentes tipos de testes, como desempenho, segurança, usabilidade e compatibilidade.
  • Testes manuais e automatizados, combinando abordagens tradicionais com automação de testes e soluções baseadas em IA, capazes de priorizar casos de teste, gerar cenários automaticamente e reduzir manutenção.
  • Formulação de estratégias e planos de teste, definindo abordagens que equilibrem cobertura, risco e velocidade de entrega, alinhadas aos objetivos do produto.
  • Avaliação contínua dos resultados, analisando métricas de qualidade e utilizando dados históricos — muitas vezes com apoio de algoritmos de IA — para antecipar falhas e apoiar decisões do time de produto.

QA x QC — qual a diferença?

Embora os termos sejam frequentemente usados como sinônimos, QA (Quality Assurance) e QC (Quality Control) possuem papéis distintos no desenvolvimento de produtos digitais.

O QA é focado em processos e prevenção, atuando de forma contínua ao longo do ciclo de desenvolvimento para garantir que as práticas adotadas levem à qualidade. Ele define padrões, estratégias de teste e contribui para evitar falhas antes que elas aconteçam.

Já o QC tem uma abordagem mais reativa, concentrando-se na identificação de defeitos por meio da execução de testes e inspeções em funcionalidades já desenvolvidas. Seu objetivo é verificar se o produto final atende aos requisitos estabelecidos.

AspectoQA (Quality Assurance)QC (Quality Control)
FocoProcessos e prevençãoProduto final
Momento de atuaçãoAntes e durante o desenvolvimentoApós a entrega ou build pronto
AbordagemProativaReativa
Pergunta que responde“Como garantimos que o processo evite defeitos?”“O que foi entregue atende ao esperado?”
Exemplo práticoDefinir estratégia de testes de um novo móduloExecutar os testes desse módulo e apontar falhas

Em resumo, enquanto o QA busca garantir qualidade desde a origem, o QC assegura que o resultado final esteja conforme o esperado. Ambos são complementares e fundamentais para a entrega de produtos confiáveis e de alto valor.

O que é um teste de QA?


Um teste em Quality Assurance (QA) pode ser realizado em qualquer etapa do desenvolvimento de um produto digital, com o objetivo de identificar, prevenir e corrigir problemas antes que impactem o usuário final.

Atualmente, esses testes combinam abordagens manuais, automação de testes e, cada vez mais, o apoio de Inteligência Artificial para ampliar cobertura, priorizar cenários críticos e acelerar o ciclo de validação.

Confira quais são:

  • Testes funcionais: avaliam se o software funciona de acordo com os requisitos especificados, verificando todas as funcionalidades do sistema.
  • Testes de performance: medem a capacidade do software de operar sob diferentes condições de carga, avaliando velocidade, capacidade de resposta e estabilidade.
  • Testes de usabilidade: analisam a experiência do usuário ao interagir com o software, considerando facilidade de uso, intuitividade da interface e eficiência na execução de tarefas.
  • Testes de segurança: avaliam a robustez do software contra ameaças externas, garantindo a integridade, confidencialidade e proteção dos dados.
  • Testes de regressão: verificam se alterações ou novas funcionalidades não introduziram defeitos em partes do sistema que já estavam estáveis e funcionais.

A escolha entre testes manuais e testes automatizados depende do contexto do produto, da maturidade do time e dos objetivos de qualidade.

Testes manuais X Testes automatizados


A automação de testes surge como resposta à necessidade de oferecer feedback rápido sobre hipóteses e experimentações, acompanhando a velocidade da produção de produtos digitais. Ela acelera a detecção de problemas, reduz retrabalho e facilita a análise de impactos no software.

Em alguns casos, os testes manuais continuam essenciais, principalmente em cenários onde a interpretação humana é necessária ou em funcionalidades complexas.

Atualmente, muitas equipes combinam testes automatizados com IA para gerar casos de teste, priorizar cenários críticos e otimizar o ciclo de QA, mantendo o equilíbrio com a inspeção manual quando necessário.

Qual é o papel do QA em metodologias ágeis?


Agora que entendemos o que é QA em TI, fica claro que o papel do especialista em Quality Assurance vai além de identificar falhas: ele garante que o produto digital seja desenvolvido com qualidade máxima, contribuindo para a melhoria contínua do software.

Em times ágeis, o QA atua não apenas na detecção de defeitos, mas também na definição de processos, metodologias e boas práticas que asseguram altos padrões de qualidade.

Uma estratégia-chave para alcançar isso é a implementação de CI/CD (Integração Contínua e Entrega Contínua), na qual a automação de testes desempenha papel central.

A efetividade do pipeline CI/CD depende de:

  • Integração e monitoramento de todas as alterações no software;
  • Execução de rotinas automatizadas para avaliar qualidade e estabilidade do código;
  • Aplicação de testes automatizados, como unitários, de integração, End-to-End, de performance e de regressão.

Com essa abordagem, o QA garante que o produto entregue seja robusto, seguro, eficiente e alinhado às expectativas dos usuários, mantendo qualidade durante todo o ciclo de vida.

Principais ferramentas e práticas de QA

No cenário atual de desenvolvimento de produtos digitais, o QA moderno combina processos tradicionais com automação e IA para garantir qualidade, velocidade e confiabilidade. Entre as principais ferramentas e práticas destacam-se:

  • Testes automatizados: frameworks como Selenium, Cypress e Playwright aceleram a execução de testes repetitivos e garantem cobertura consistente.
  • Integração Contínua/Entrega Contínua (CI/CD): ferramentas como Jenkins e GitLab CI permitem monitoramento e execução automática de testes a cada alteração no código.
  • Testes baseados em IA: plataformas que utilizam Machine Learning para priorizar cenários críticos, gerar casos de teste e detectar padrões de falhas.
  • Gestão de qualidade e bugs: Jira, TestRail e Zephyr ajudam a organizar casos de teste, acompanhar resultados e relatar defeitos de forma estruturada.
  • Monitoramento de performance: ferramentas como LoadRunner e JMeter garantem estabilidade e desempenho em condições de uso real.

Tendências de QA e Inteligência Artificial

O futuro do QA está cada vez mais ligado à Inteligência Artificial, automação avançada e metodologias ágeis, tornando o processo de garantia de qualidade mais estratégico e eficiente. Entre as tendências atuais destacam-se:

  • Testes inteligentes com IA: algoritmos aprendem com histórico de falhas e priorizam casos críticos, reduzindo retrabalho e aumentando a cobertura de teste.
  • Automação adaptativa: ferramentas ajustam automaticamente scripts de teste conforme mudanças no software, acelerando ciclos de release.
  • Testes contínuos e shift-left: QA atua desde o planejamento, integrando testes no CI/CD e antecipando problemas antes que cheguem à produção.
  • Monitoramento de experiência do usuário: análise de dados em tempo real identifica falhas, gargalos de performance e oportunidades de melhoria.
  • Validação de sistemas complexos: IA auxilia na verificação de aplicações com alta complexidade, como aprendizado de máquina e sistemas inteligentes.

Para Denise Viegas, a tendência é que cada vez mais esses profissionais adquiram competências técnicas, visando fluxos de testes mais automatizados em ambientes de integração contínua.

“Isso possibilita mais agilidade na identificação antecipada de falhas, bem como maior habilidade no momento de avaliar a viabilidade das soluções técnicas implementadas”, conclui Denise.

Time interno ou QA terceirizado: como decidir

Essa é uma decisão concreta que todo gestor de tecnologia de média ou grande empresa enfrenta em algum momento, e raramente tem uma resposta simples. Três perguntas ajudam a orientar a escolha:

O volume de entregas justifica um time dedicado o ano todo, ou varia por projeto? Times internos fazem sentido quando há fluxo constante de demanda. Squads sob demanda fazem mais sentido para picos de projeto, lançamentos pontuais ou produtos em fase de validação.

A empresa tem maturidade para formar e reter especialistas em automação e testes com IA? Encontrar e manter profissionais seniores nessa combinação de habilidades tem se tornado mais difícil e mais caro, especialmente fora dos grandes polos de tecnologia.

Existe uma cultura de qualidade já estabelecida, ou o QA precisa ser estruturado do zero? Quando o objetivo é diagnosticar riscos, montar processo e só depois escalar o time, um parceiro especializado costuma acelerar essa fase inicial sem o custo de um processo de contratação longo.

Na prática, boa parte das empresas de médio e grande porte opera em um modelo híbrido: um núcleo interno que conhece profundamente o produto, complementado por especialistas externos para picos de demanda, frentes específicas (automação, performance, segurança) ou para acelerar a estruturação inicial do processo.

Se esse é o cenário da sua empresa, vale conhecer como funciona o outsourcing de tecnologia para completar o time sem abrir mão de nível técnico.

Diagnóstico rápido: qual o nível de maturidade de QA da sua empresa?

Antes de decidir onde investir, vale entender em que estágio sua empresa está. Responda às quatro perguntas abaixo:

  1. O QA participa do planejamento das funcionalidades, ou só entra depois que o código já está pronto?
  2. Existe algum nível de automação de testes, ou tudo ainda depende de execução manual?
  3. Sua empresa consegue medir taxa de defeitos em produção, ou só percebe o problema quando o cliente reclama?
  4. Se algum produto usa IA generativa ou agentes, existe algum critério definido para avaliar a qualidade das respostas, ou isso ainda não foi discutido?

Se a maioria das respostas apontou para a segunda opção de cada pergunta, o QA na sua empresa ainda está em estágio reativo, encontrando problemas depois que eles já aconteceram.

Se as respostas foram mistas, há processo, mas falta consistência entre times ou produtos.

Por fim, se a maioria apontou para a primeira opção, sua empresa já trata QA como parte do planejamento, o próximo passo costuma ser aprofundar cobertura de automação e formalizar critérios de qualidade para sistemas com IA.

Existe diferença entre Analistas de Qualidade e Analistas de Testes?


Há alguns anos, o profissional conhecido como Analista de Testes trabalhava centrado na garantia da qualidade do produto de software ou de um aplicativo

No entanto, esse profissional assumiu uma abordagem abrangente e, hoje, desempenha o papel de Analista de Qualidade — ou de Quality Assurance (QA).

Isso implica na validação da eficiência do produto e também na supervisão da qualidade de todo o processo de desenvolvimento.

Capa do livro Livro Software Quality - Sanders e Curran

No livro “Software Quality: A Framework For Success in Software Development”, Sanders (1994) destaca que:

“A qualidade de um produto de software depende do grau de satisfação das necessidades dos clientes em todos os aspectos do produto”.

Dessa maneira, para alcançar esse objetivo, é preciso analisar todo o ciclo e os métodos das equipes envolvidas no processo de criação. E, como Douglas Souza — QA Engineer — sugere:

“Sem o profissional de QA, os erros poderiam ficar sem correção até a entrega do produto. Assim, sua atuação ajuda a evitar o desperdício de tempo e recursos financeiros.”

Conclusão: o papel estratégico do QA na qualidade de produtos digitais


A área de QA se tornou estratégica no setor de tecnologia por um motivo simples: quanto mais rápido as empresas produzem software, inclusive com apoio de IA, maior o risco de confundir velocidade com qualidade. QA é a função que garante que as duas coisas caminhem juntas.

Com a automação de testes e o uso da Inteligência Artificial, os profissionais de QA identificam, antecipam e corrigem problemas de forma mais rápida e precisa.

E, à medida que produtos passam a incorporar agentes e modelos de linguagem, o papel do QA se expande: além de encontrar defeitos, ele define os limites de confiança do que a IA produz, uma função cada vez mais próxima da governança de risco tecnológico do que da execução de testes.

Essa visão é o que torna os QAs da SoftDesign parceiros essenciais nos times de produto. Se a sua empresa quer avaliar em que estágio de maturidade seu QA está hoje, ou completar o time para acelerar essa evolução, fale com nossos especialistas.

Vamos conversar?

Juntos, vamos criar produtos que causem excelentes primeiras impressões e experiências duradouras para seus usuários.

Perguntas frequentes sobre QA


Abaixo, responderemos algumas das perguntas mais comuns sobre QA (Quality Assurance) para esclarecer as principais dúvidas sobre o tema.

O que significa a sigla QA?

QA significa “Quality Assurance”, um processo sistemático para assegurar que produtos ou serviços atendam a padrões de qualidade estabelecidos.

O que é um teste de QA?

Em suma, um teste de QA é uma avaliação realizada para garantir que o software funciona conforme os requisitos, identificando e corrigindo problemas em qualquer estágio do desenvolvimento.

Qual é o papel do QA?

QAs asseguram a qualidade do software, identificando defeitos e colaborando com o time de desenvolvimento para implementar processos e metodologias que garantam a excelência do produto.

Qual a diferença entre QA e QC?

QA (Quality Assurance) foca em prevenção e processos para garantir qualidade durante o desenvolvimento. QC (Quality Control) foca na detecção de defeitos no produto final.

Como começar na carreira de QA?

Primeiramente, aprenda conceitos de QA, testes manuais e automatizados, pratique com ferramentas, e busque cursos ou certificações na área. Fique atento a novas oportunidades no nosso time: https://softdesign.com.br/vemprasoft/

QA funciona da mesma forma em produtos com Inteligência Artificial?

Não completamente. Sistemas com IA generativa ou agentes nem sempre produzem o mesmo resultado para a mesma entrada, o que exige critérios de avaliação de qualidade, e não apenas comparação exata de resultado esperado.

Por fim, veja também:

Ângela Rosa

Brand Communications and Strategy na SoftDesign. Formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo (PUCRS), com MBA em Marketing Digital e Novas Mídias (ESPM-RS). Fala sobre Branding, Estratégia de Conteúdo e Marketing B2B.