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dez 18

Um SoftDrops sobre Concepção e Anteprojeto

Um SoftDrops sobre Concepção e Anteprojeto

No SoftDrops de 28 novembro, a nossa Gerente de projetos Karina Hartmann explorou o processo de Concepção de produtos e serviços digitais. O evento oportunizou aos colegas, que ainda não participaram de times de Concepção, um maior entendimento sobre esse trabalho que é realizado por equipes especializadas, compostas de Designers, Desenvolvedores e Product Owners. A ocasião também proporcionou a troca de experiências sobre o uso de ferramentas como Design Thinking e User Research.

O que é Concepção?

Karina começou explicando o que é o serviço de Concepção e porque ele é oferecido aos clientes. “A maioria dos clientes chega até nós e solicita um orçamento, baseado em uma ideia ou em uma lista prévia de requisitos. Só que, para que possamos fazê-lo, é necessário pensar na solução digital, planejá-la, especificar seu back-end e tecnologia, por exemplo. Por isso, ofertamos o serviço de Concepção, no qual nos propomos a pensar como um designer e a utilizar os nossos conhecimentos para resolver o problema proposto”.

A Concepção, portanto, tem por objetivo explorar pensamentos, dialogar com usuários finais e analisar alternativas para desenvolver a ideia do produto ou serviço digital, entendendo qual problema ele resolve e como ele gera valor. De acordo com a Gerente de Projetos, o processo acontece, normalmente, em reuniões com o cliente efetuadas na Sala de Design e Cocriação da SoftDesign.

Fases da Concepção

Karina destacou que a Concepção é composta por seis fases: Ideação, Pesquisa, Proposição de Valor, Jornadas e Protótipos, Definição de Tecnologia e Planejamento de MVP (Mínimo Produto Viável).

“Em suma, na fase da Ideação, criamos o Business Model Canvas do cliente e geramos uma lista de hipóteses que servem como base para planejar a próxima etapa, a Pesquisa. Essa, por sua vez, tem como intuito coletar a maior quantidade possível de dados, inclusive sobre os usuários, para fechar uma Proposição de Valor e revisar o Modelo de Negócio”, comentou a Gerente de Projeto.

“As próximas etapas são as de estruturação do software. Em Jornadas e Protótipos pensaremos nos fluxos de uso, nas funcionalidades da solução, entre outros, para gerar protótipos de baixa ou média fidelidade. Com isso compreendido, conseguimos Definir as Tecnologias que serão usadas no desenvolvimento do software para Planejar o MVP”. Karina ainda lembrou que o registro de todas essas seis etapas gera um documento que é entregue ao cliente, o Anteprojeto.

Não é tão simples quanto parece

Ao final do SoftDrops, a Gerente de Projetos salientou que o processo de Concepção não é simples, visto que não há uma receita pronta. “O que falamos aqui hoje é só um resumo do que realizamos. Além do mais, cada Concepção é única e as ferramentas que serão utilizadas dependem da ideia do cliente, das hipóteses levantadas, entre outros”, concluiu.

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Micaela L. Rossetti
Micaela L. Rossetti

Coordenadora de Marketing da SoftDesign, é formada em Jornalismo (UCS) e mestre em Comunicação Social (PUCRS). Especialista em comunicação e marketing digital, é aluna do MBA em Gestão de Projetos da PUCRS.

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