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ISG Provider Lens™ 2026: SoftDesign é reconhecida com o prêmio Rising Star e reforça a nova geração de líderes em Digital Transformation Services for Midmarket

20/05/2026 20/05/2026 14 minutos

Existe um descompasso evidente no mercado e o próprio ISG Provider Lens™ 2026 deixa isso claro.

Enquanto consultorias tradicionais ainda operam com modelos pesados, ciclos longos e alto custo, empresas de médio porte precisam responder com velocidade, capturar valor rapidamente e ajustar a rota com precisão.

Mais do que nunca, a transformação digital deixa de ser um exercício de modernização e passa a ser uma agenda orientada à geração de resultado. Iniciativas de IA precisam sair do campo experimental e entregar impacto tangível no negócio, em ciclos curtos e mensuráveis.

Para o midmarket, isso significa tomar decisões estratégicas com efeito direto na performance — e com pouca margem para erro. A pressão por ROI se intensifica: 77% dos executivos já esperam que investimentos em IA gerem valor em até um ano.

É nesse ponto que o reconhecimento pelo ISG Provider Lens™ ganha relevância estratégica. Trata-se de uma ferramenta que indica fornecedores de tecnologia reconhecidos pela maturidade técnica, visão de mercado e capacidade de entrega.

Ser apontada como Rising Star em Digital Transformation Services for Midmarket sinaliza mais do que desempenho. Indica que a empresa já demonstra, na prática, os critérios que o ISG considera essenciais para liderança: excelência técnica combinada à capacidade consistente de gerar alto valor aos clientes.

A SoftDesign aparece nesse cenário por um motivo claro: executa a transformação digital com velocidade e impacto mensurável, combinando engenharia de software, Inteligência Artificial e DevSecOps para conduzir, de forma estratégica, iniciativas inovadoras.

O que o ISG Provider Lens™ 2026 revela sobre o futuro da transformação digital

O ISG Provider Lens™ é um dos estudos mais respeitados na avaliação de fornecedores de tecnologia. A cada edição, analisa players globais e regionais com base em dados, entrevistas, análise de mercado e validação de especialistas.

No recorte de 2026, especialmente em Digital Transformation Services for Midmarket, o relatório deixa claro que o jogo mudou.

A transformação digital entrou em uma fase mais pragmática, exigindo maior disciplina de execução e sendo muito mais orientada à mensuração de impacto.

A tendência agora é selecionar menos iniciativas, porém de maior impacto, que impulsionem os objetivos do negócio e ajudem os clientes a avançar em capacidades estratégicas.

Portanto, os novos líderes não se destacam apenas pelo domínio tecnológico. O diferencial está na capacidade de transformar investimento em resultado mensurável, com foco direto em ROI.

Para isso, o ISG avalia um conjunto de capacidades críticas:

  • Integração de competências: estratégia, dados, tecnologia, operações e mudança organizacional conectadas.
  • Capacidade de execução: transformar estratégia em entrega real, com previsibilidade e velocidade.
  • Geração de valor mensurável: impacto direto e comprovável no negócio.
  • Maturidade tecnológica: uso eficiente de IA, dados, cloud e engenharia moderna.

Para o middle market, isso redefine completamente as prioridades: não basta inovar. É preciso fazer a inovação gerar resultado no ritmo do negócio.

O que significa ser Rising Star

No ISG Provider Lens™, ser Rising Star não é apenas uma menção promissora.

É um prêmio reservado a empresas que já demonstram:

  • Progresso consistente;
  • Impacto acima da média;
  • Forte alinhamento às principais tendências do mercado.

Na prática, indica organizações com alto potencial de liderança nos próximos 12 a 24 meses, sustentadas por crescimento acelerado e consistência na execução.

Além disso, é, essencialmente, um marcador de trajetória. Ou seja, não aponta apenas quem performa bem hoje, mas quem está construindo a liderança do futuro.

No estudo de 2026, 70 empresas foram avaliadas. Destas, apenas 22 foram posicionadas no quadrante de Digital Transformation Services for Midmarket — e somente uma recebeu a classificação Rising Star: a SoftDesign.

Esse reconhecimento reflete uma jornada de evolução. Uma empresa com 28 anos de mercado que, nos últimos anos, tomou uma decisão estratégica: evoluir seu SDLC com base em engenharia de software acelerada por IA, incorporando agentes inteligentes, automação de testes e rapid prototyping.

Esse movimento não foi incremental, mas estrutural — alinhado à necessidade crescente de acelerar entrega e gerar valor desde as primeiras etapas da transformação.

Os reconhecimentos do ISG reforçam essa trajetória:

  • Em 2025, fomos destaque em AI-driven ADM Services, validando eficiência técnica e capacidade de modernizar desenvolvimento de software com IA. Além disso, tivemos dois cases entre os cinco finalistas no Paragon Awards™ Latam 2025, nas categorias Transfomação e AI Pacesseter.
  • Em 2026, somos Rising Star em Digital Transformation Services for Midmarket, no estudo Digital Business Innovation Services 2026, destacando a nossa capacidade de transformar tecnologia em valor para o negócio.

Ser Rising Star, nesse contexto, representa consistência, direção estratégica e capacidade comprovada de escalar valor.

O modelo que está redefinindo a transformação digital

O reconhecimento no ISG Provider Lens™ 2026 evidencia um novo padrão, principalmente no midmarket. Transformação digital passa a ser medida pela capacidade de gerar resultado rápido por meio da expansão de casos de uso de IA com retornos mensuráveis.

  1. O foco mudou para o redesenho de fluxos de trabalho e das interações com clientes, visando experiências mais consistentes e personalizadas em todos os canais.
  2. Nesse cenário, os fornecedores de serviços assumem um papel estratégico ao ajudar os clientes a definir prioridades e identificar casos de uso promissores.
  3. A jornada para o sucesso exige, além da tecnologia, preparar a força de trabalho para a IA e alavancar aceleradores e soluções proprietárias para reduzir o tempo de implementação e garantir maior previsibilidade.

Esse conjunto define uma transformação pragmática, na qual a IA deixa de ser uma iniciativa isolada e passa a integrar uma mudança estrutural no modelo operacional das organizações.

O problema: por que modelos enterprise falham no midmarket

A transformação digital no midmarket enfrenta um problema silencioso: excesso de complexidade. Muitos projetos não falham por falta de tecnologia, mas por modelos inadequados.

Durante anos, empresas de médio porte foram incentivadas a adotar modelos criados para grandes corporações. Estruturas longas, dependência de múltiplas camadas de decisão, ciclos extensos de planejamento e execução.

O resultado é previsível: alto custo, baixa adaptabilidade e dificuldade de sustentar iniciativas ao longo do tempo. Por consequência, o impacto aparece rápido. ROI comprometido, entregas lentas e uma sensação constante de que a transformação não avança no ritmo do negócio.

O desalinhamento é o ponto central. O midmarket opera com menor margem para erro, exige respostas mais rápidas e precisa de eficiência desde o início. Quando o modelo aplicado não considera esse contexto, a execução perde tração.

Nesse sentido, o ISG Provider Lens™ 2026 reforça essa mudança ao priorizar fornecedores capazes de entregar resultados tangíveis ao longo de toda a jornada digital.

O que está mudando na transformação digital

O cenário de transformação digital no middle market evoluiu rapidamente. A inovação deixou de ser valorizada apenas pela sua novidade e passou a ser avaliada pelo impacto direto nos resultados do negócio.

Da experimentação para o ROI

Iniciativas de tecnologia agora precisam demonstrar retorno mensurável. Projetos são mantidos quando conseguem provar valor desde as primeiras entregas, com impacto claro em eficiência, receita ou redução de custos.

IA como meio, não como fim

O ISG reforça que a prioridade deixou de ser experimentação e passou a ser a aplicação prática da Inteligência Artificial em automação, eficiência e tomada de decisão.

Menos promessas, mais execução

A tolerância a projetos longos e pouco tangíveis diminuiu. Organizações estão mais criteriosas na escolha de parceiros e soluções, exigindo evidências concretas de valor desde o início da jornada.

Nesse sentido, a escolha de um parceiro de tecnologia com capacidade comprovada de execução end-to-end e geração de valor passa a ser decisiva.

Por que o midmarket precisa de uma nova abordagem

Para liderar o amanhã, não é possível operar com métodos de ontem.

O midmarket exige velocidade, eficiência e previsibilidade, mas ainda enfrenta limitações estruturais relevantes. De acordo com a KPMG, a adoção de IA está avançando mais rápido do que a maturidade em governança, risco e compliance.

Ou seja, a principal barreira para capturar valor com IA não é tecnologia, mas capacidade de execução e escala.

Isso evidencia um ponto-chave: o midmarket não precisa de versões reduzidas do modelo enterprise. Precisa de uma abordagem própria, mais pragmática, orientada a valor e com menor complexidade.

Velocidade é uma exigência competitiva

Empresas de médio porte não podem parar para se transformar. Elas precisam evoluir enquanto continuam operando e competindo. Isso exige ciclos curtos, decisões rápidas e entregas com impacto imediato.

Velocidade, nesse contexto, não é diferencial. É condição de sobrevivência.

Menos complexidade, mais resultado

Projetos de transformação digital no midmarket precisam ser diretos. Estruturas excessivamente complexas aumentam custo, atrasam entregas e diluem o valor gerado.

Esse movimento é pressionado por uma realidade na era da IA: 57% dos executivos dizem que as expectativas estão crescendo mais rápido que a capacidade de entrega.

A abordagem mais eficiente, portanto, prioriza clareza de objetivos, decisões orientadas a impacto e execução enxuta. Isso significa eliminar excessos e concentrar esforços no que realmente move o negócio.

Transformação como alavanca de crescimento

A transformação digital deixou de ser apenas uma agenda de eficiência operacional, mas ainda é fortemente influenciada por ela.

Atualmente, o uso inicial de IA tende a focar em ganhos de eficiência, enquanto organizações mais avançadas evoluem para transformação de modelos de negócio.

Esse dado revela uma transição importante. A eficiência continua sendo ponto de partida, mas as empresas que conseguem avançar nessa jornada passam a usar a transformação digital como motor de crescimento.

Ou seja, empresas que estruturam bem essa evolução conseguem lançar novos produtos mais rápido, melhorar a experiência do cliente e abrir novas fontes de receita.

SoftDesign: na curva de crescimento que define os próximos líderes

O reconhecimento no ISG Provider Lens™ 2026 posiciona a SoftDesign em uma trajetória clara de liderança, sustentada por uma oferta de serviços end-to-end que integra estratégia, design, engenharia de software e soluções avançadas de dados e nuvem.

Essa evolução é impulsionada por uma escalada da maturidade em IA, na qual a empresa transicionou de ferramentas isoladas para um modelo de AI-First Development, onde a Inteligência Artificial orquestra o ciclo inteiro, do levantamento de requisitos à operação em produção.

Um pilar central dessa estratégia é o conjunto de ferramentas desenvolvido pela SoftDesign, protagonizado por uma plataforma proprietária de agentes de IA que centraliza e automatiza a gestão do ciclo de vida de desenvolvimento e integra-se diretamente ao fluxo dos desenvolvedores.

A maturidade e talentos em IA da empresa são evidenciados pelo investimento de mais de 8.200 horas em P&D em 2025 e pela atuação de Centros de Excelência (CoEs) e Laboratórios de Inovação que contam com mais de 50 colaboradores especializados em projetos de IA, GenAI e Ciência de Dados.

Essa estrutura gera resultados concretos no SDLC: em 2026, 70% dos projetos já operam no ecossistema da ferramenta proprietária, alcançando um aumento de 55% na produtividade de engenharia e uma redução de até 50% no ciclo de desenvolvimento.

Além disso, o uso de IA em rotinas críticas (revisão de código, geração de testes unitários e documentação) já atinge 87% dos projetos, permitindo que desenvolvedores seniores atuem de forma estratégica como validadores técnicos e arquiteturais, garantindo entregas com maior velocidade e previsibilidade.

Por que contratar uma Rising Star importa para quem lidera projetos de inovação

Para o cliente, o reconhecimento como Rising Star vai além da reputação: ele reduz riscos, acelera decisões e aumenta a confiança na escolha do parceiro certo para iniciativas estratégicas.

A avaliação independente da ISG valida que a SoftDesign está alinhada aos critérios mais relevantes do mercado atual, como capacidade de execução, geração de valor e impacto real no negócio.

Em um cenário em que velocidade e eficiência são determinantes, esse tipo de reconhecimento ajuda líderes de tecnologia a contratar de forma mais segura e assertiva.

Na prática, isso significa:

  • Menor risco na escolha de fornecedores: a validação da ISG comprova maturidade operacional, capacidade de entrega e aderência às novas demandas do mercado.
  • Maior capacidade de inovação aplicada ao negócio: a SoftDesign combina visão estratégica e execução disciplinada para transformar IA em resultados concretos, não apenas em experimentação.
  • Resultados mais rápidos e evolução consistente: com abordagem AI-First Development e apoio da plataforma proprietária, a SoftDesign acelera entregas em até 50%, aumentando previsibilidade, qualidade técnica e eficiência operacional.

Além disso, a especialização em empresas midmarket permite entregar soluções sob medida, equilibrando velocidade, ROI e menor complexidade, sem os modelos pesados tradicionais.

Escolher a SoftDesign significa contar com um parceiro validado por um dos estudos mais respeitados do mercado, preparado para impulsionar inovação com segurança, eficiência e impacto sustentável.

Somos Rising Star porque estamos redefinindo como o midmarket faz transformação digital

A transformação digital evoluiu, e os critérios de liderança também.

O midmarket já entendeu que não precisa de soluções excessivamente complexas. Precisa de velocidade, foco e geração de valor consistente.

O reconhecimento da SoftDesign como Rising Star em Digital Transformation Services for Midmarket pelo ISG Provider Lens™ 2026 valida exatamente esse movimento.

Mais do que um selo, é um indicativo claro de quem está preparado para liderar a próxima fase da transformação digital.

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Perguntas frequentes sobre o ISG Provider Lens™ 2026

A seguir, compartilhamos respostas para algumas das principais dúvidas sobre o tema.

O que é o ISG Provider Lens™?

O ISG Provider Lens™ 2026 é um estudo global que avalia fornecedores de tecnologia com base em dados de mercado, entrevistas e análise especializada, ajudando empresas a tomar decisões estratégicas em relação aos futuros fornecedores.

O que significa ser Rising Star no ISG?

Ser premiado como Rising Star pela ISG significa que a empresa possui alto potencial de se tornar líder de mercado nos próximos 12-24 meses, com crescimento acelerado e forte alinhamento às tendências.

Por que esse reconhecimento é relevante para o midmarket?

Esse prêmio é especialmente importante para o mercado de médias empresas porque indica fornecedores capazes de entregar transformação digital com mais agilidade, menor complexidade e maior foco em resultados.

Como a SoftDesign se diferencia?

Na prática, a SoftDesign se diferencia das outras empresas, pois atua com foco específico no midmarket, integrando IA, dados e cloud de forma pragmática. Dessa forma, é possível entregar transformação digital com impacto real e mensurável.

Qual a principal mudança na transformação digital hoje?

Atualmente, a principal mudança no processo de transformação digital é a transição de uma abordagem experimental para uma abordagem orientada a ROI, eficiência e geração de valor, por meio de tecnologias emergentes como IA.

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Pâmela Seyffert

Content Marketing Analyst na SoftDesign. Jornalista (UCPEL) com MBA em Gestão Empresarial (UNISINOS) e mestrado em Comunicação Estratégica (Universidade Nova de Lisboa). Especialista em comunicação e criação de conteúdo.